Quarta-feira, Maio 30, 2012

Não temos tempo a perder..





Impressionante como é cada vez mais difícil do povo respeitar nossa opinião, principalmente quando falamos de pessoas, bandas, filmes, programas de TV,  que agradam a maioria. Nem é de propósito, nem porque sou do contra, sei lá, talvez é porque eu tenha bom gosto (sacanagem, essa foi de propósito).
Há muito tempo eu digo por aí que as coisas que eu mais detesto são, não importa a ordem: Novela, Roberto Carlos, Hebe e Legião Urbana.
"Ah, mas você gosta de cada merda, tipo, Ratinho, UFC, Kitchen Nightmares, Man vs. Food, jogo do Palmeiras, comédia besteirol.."
Eu sei, gosto mesmo, e acho normal que ninguém mais goste.
Tô falando isso porque hoje rolou aquele Tributo ao Legião Urbana na Mtv, com o Wagner Moura. 
Primeiro: acho a Mtv uma merda. Foi bacana no início dos anos 90, agora virou uma coisa meio modista e estereotipada, mas enfim. 
Segundo: beleza, eu nunca gostei de Legião, nunca vou gostar, mas entendo a importância dos caras, principalmente do Renato Russo, para a música brasileira, mesmo achando o som um saco. Mas que caralho o Capitão Nascimento tava fazendo ali? Porque aquele não era o Wagner Moura, da fala mansa, era um xarope que só berrava, sem se preocupar com tom, notas, afinação, enfim, com música. 
Cheguei do trabalho e vi o frissom do povo nas redes sociais. Como profissional de comunicação e, mais do que isso, um corneteiro, fui ouvir antes de falar alguma coisa, sei lá, vai que o cara revolucionou o mundo da música.
Não...não foi o caso.
Aí vou tecer meus comentários no twitter. Pra que? Recebi até mensagem de um vagabundo que não fala comigo há 10 anos amigo meu me criticando porque falei que "A MTV fez o favor de me lembrar como eu achava Legião Urbana uma merda. Obrigado!" 
Fiquei louco! Mas achei melhor nem responder, tava só dando minha opinião pessoal, não gosto mesmo, fazer o que? 
Não posso não gostar de Legião, achar que o Wagner Moura piorou o som dos caras, nem achar a Hebe tão chata que a morte não quer levá-la, ou achar o Roberto Carlos um chupim do Erasmo e muito desafinado?

Espero que ninguém nem leia esse post, senão vou arrumar briga com 85% da população brasileira...
Mas deveriam fazer um "Tributo a quem assistiu o Tributo ao Legião Urbana"




PS: Nem citei o Engenheiros do Hawaii porque só estou falando de coisas que fazem sucesso..



Sábado, Maio 26, 2012

Love and Married



O final de semana começou uma hora mais cedo. As 22h comecei a sentir um incomodo no lábio superior e meia hora depois, minha boca estava igual da Angelina Jolie, só que de um jeito meio trash e muito inchado. Falei com o Marcão e ele ficou no meu lugar na última hora da jornada. Liguei pra San e disse:
-To chegando, parecendo um monstro. Tive alguma crise alérgica e meu lábio inchou. Tô até com medo..
- Magina, você é lindo. Vem logo.
Nem passei no mercado, farmácia...Parei pra abastecer e fiquei com cara de pensador, com a mão na boca, enquanto falava com o frentista. Cheguei em casa, vi os bichos, e vimos um filme. O Billy tomou uma mordida da Julie e começou a urrar de dor. Pensei: "pronto, vou perder o gato, o único bicho que é meu mesmo.."
Chorei...Ah, o Gordão é foda, fiquei vendo ele se esconder, miar, e não consegui nem pensar em mais nada, a não ser chorar...(se um dia alguém precisar de ajuda, espero chorar e fazer algo produtivo). Passou e todo mundo dormiu.
Acordei, arrumei a cama, lavei a louça, vi o jogo da seleção, levei a Julie pra passear, enquanto a San trabalhava desde às 8h. Ela veio almoçar comigo e fomos ao shopping, almoçar e colocar um pingente nas havaianas novas dela. Chegando lá, parei na A Suissa em uma joalheria chique e comecei a ver alianças, pra oficializar o casamento bonitinho. Tudo bem que ficar marretando alianças não é romântico, mas, funcionou. E mandei ver, comprei um par de alianças, mais a gravação, mais zzzzzzzzzzz....
Saímos do shopping e, nos próximos meses, comeremos ovo e Ki Suco pra equilibrar as finanças. Ela me deixou em casa, e foi dar o restante das aulas do dia, enquanto eu trabalhei, fiz o mercado e dei um tapa na casa, feliz, porque minha namorada, agora, era minha noiva, e em breve, minha esposa. As coisas foram para um próximo nível.
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21h, eu deitado no sofá, os bichos todos lá, esparramados, exceto o Tom, que estava tendo relações íntimas com o cobertor. (sad, but true..). Eis que chega Sandra, a esposa:
- Que zona é essa no sofa, parece uma favela! E essa sala cheia de pelos, Só eu tenho nariz e olhos? 
E ai ela soltou a frase que dividiu minha vida, a linha entre, namorar e casar:
- Você quer mesmo casar? Então preste atenção, só vou ensinar uma vez!
E começou a me dar uma aula da faxina e organização doméstica. O Tom olhou pra mim como se dissesse: "cara, você vai ter que entrar no nosso esquema!"
Não sei se foi só um reflexo do dia cansativo dela, ou se as esposas olham assim para os maridos, mas ao olhar bem nos olhos da San,sabe-se Deus  porque, lembrei do Wolverine, naquelas cenas que ele tá bem bravo e rasga todo mundo na unha.
Para aqueles que acham que eu me incomodo com essas coisas, toques, bronquinhas, estão enganados. Eu não tenho a mínima noção de como ser um bom marido, mas olha, eu nunca tive tão disposto a fazer uma coisa com perfeição como agora.
Bom, agora já jantamos, já lavei a louça, tirei a mesa, dei comida para os bichos. Vou ligar a TV e ver o UFC, pois como vocês já perceberam, quem manda aqui sou eu, porra!



Sexta-feira, Maio 25, 2012

Walk the Line





Agora vai! É, gente, se tudo correr como planejado, esse ano entro para o time dos casados. Eu e a San estamos mexendo os pauzinhos para dividirmos o mesmo teto, a mesma cama e as mesmas dívidas ainda esse ano. O mais difícil eu já fiz: convencê-la que passar o resto da vida comigo é uma boa ideia. Tem aquela parte burocrática; a logística, onde morar, quando casar, como. Aliás, como, a gente já sabe - sem festas, recepções e coisas do gênero. Como eu disse, vamos ao cartório e vou passá-la pro meu nome. Mais simples e mais a nossa cara. 
A parte legal, além de saber que eu vou passar o resto da vida com a mulher que eu amo, com o Pedro, com o Billy, o Tom e a Julie, é escolher as alianças, o sofá, o dormitório, enfim, deixar o apartamento com a nossa cara e ampliar meus domínios (hoje resumidos a meia prateleira no armário dela). Nesse War da mobília, espero ganhar território. Depois vou tentar dominar o controle remoto (assinar o PFC) e uma estante maior para os meus DVD's (uns 200).
Enquanto isso vou queimando o dedo na chaleira velha ao fazer café pra ela, ainda que ela tome uma gota antes de sair atrasada pro trabalho,  arrumo a cama de um jeito que pra mim parece ótimo, mas que pra ela parece um amontoado de coisas, levo a Julie para tosar e, em vez de esperá-la, largo ela no Pet Shop por horas e vou dar uma volta e jogo videogame até as 4h com o Pedro.
Em uma época que os casamentos são feitos de grandes eventos, festas suntuosas, ostentação e sorrisos amarelos, a San e eu pegamos o contrafluxo e vamos em direção à paz, do nosso jeito. Nada contra quem gosta dessa história de marcha fúnebre nupcial, mas prefiro o som dos nossos cd's, nos domingos de manhã, onde lemos o jornal, tomamos meu café forte (a partir desse domingo feito com uma chaleira nova). 
Esse é o nosso casamento dos sonhos...



Sexta-feira, Abril 27, 2012

Essência..


The O' Jays - Love Train

Você se lembra qual a última vez que viu aquele lançamento incrível no cinema, ouviu aquela música que todo mundo sabe a letra. Há quanto tempo você não cozinha ouvindo música, caminha naquele parque do lado de casa, tira fotos sensacionais, vê os amigos, conversa com seus pais, dorme de conchinha com alguém que você ama, vê o despertador tocar e desliga?
Há quanto tempo você não é você mesmo?
Você não faz idéia do que eu estou falando? Parabéns, provavelmente você é um daqueles que não perdeu sua essência no meio do caminho. 
Ultimamente você tem a sensação de que algo está errado, mas não sabe o que?
Quantas perguntas...
Eu não estou reclamando, longe de mim. Tenho uma vida feliz, vivo bem, faço o que gosto, me divirto, fico com minha mulher sempre que conseguimos nos encontrar entre os inúmeros compromissos e horários incompatíveis, praticamente um "Feitiço de Áquila" da vida real.
As vezes vou ao terraço do prédio em que trabalho e fico observando a Avenida Paulista, lugar de gente importante, o coração de São Paulo, gente pra lá e pra cá, correndo atrás de dinheiro, status, fama, poder... 
Fico imaginando como seria se vivêssemos de acordo com nossa essência, não com nossas necessidades ou vaidades. 
Comer comida saudável, fazer exercícios, dormir bem, enriquecer a cultura, gargalhar por aí, desenhar, ler, escrever..Eu gostaria de escrever muito mais aqui, mas confesso, as vezes me falta tempo e inspiração. Se você parar pra pensar, todos os dias são iguais. Como diz o Robson "→ acorda/trampa/vai pra casa/ dorme ↰"
Foda né?
Renato Russo achava que tínhamos todo o tempo do mundo, que não tínhamos tempo a perder. Discordo, cara. É bom perder tempo, olhar pro céu e ver as estrelas, namorar, rir com os amigos, correr atrás do seu cachorro, viajar, sentar ao lado da família e ouvir estórias de antigamente, enfim, fazer o que você tem vontade e nem sempre admite. Ao menos de vez em quando, seria bom não cumprir prazos, bater metas, galgar degraus e todo o resto...
Alguém já disse um dia: "a vida não pode ser medida por quantas vezes você respira, mas sim, em quantas vezes você perdeu o fôlego"
Permita-se viver mais, ser feliz, ser você...

Quarta-feira, Abril 25, 2012

Para nossa alegria!




Sexta-feira, cheguei em casa cansado, como em todas as outras. Sair 23h30 é quase impossível, por conta do volume de trabalho no Editorial. Mas nessa, eu consegui. No sábado, tinha um compromisso marcado com o Pedro, filho da San. Instalar o som do carro, recém-adquirido. Saí de casa cedinho com uma recomendação: "Não quero saber de som com DVD, a telinha tira a atenção!"
Minha mulher é um doce de pessoa, realmente. Desde que nos conhecemos, afirmo sem pestanejar que ela é a melhor pessoa que eu conheço. Mas, contrariar uma recomendação dela é rasgar um tratado de paz. Naquele frio de São Bernardo, chegamos ao Extra as 10 da manhã e começamos a olhar os aparelhos de som. Eis que, como em desenhos animados, surge um diabinho e um anjinho. De um lado, o anjo me dizia: "Não compra o com DVD, a Sandra te pediu." Do outro, o satanás. "Compra, olha a cara do Pedro."
E do meu lado, aquele sentimento meio paternal de "quero te dar o que eu nunca tive." E é verdade, eu era um puta de um duro quando tinha 18 anos, e quando pude comprar um som com DVD, já tinha perdido a graça.
Chegamos em casa com a caixa do som/DVD. Do banheiro eu ouço ela perguntando ao Pedro: 
-Pedro Henrique, isso toca DVD?
-Não, mãe...
-Então porque tem uma telinha de 3' e um símbolo "DVD" na caixa?
Eu entreabri a porta e ele sorriu pra mim, meio que dizendo "Sai daí, caralho. Vem me ajudar."
Com uma boa dose de drama charme, salvei nossa pele. Fomos almoçar em um restaurante Japa, passamos na padaria, vimos alguns anúncios de apartamentos. Enquanto eu e o Pedro jogamos Fifa, conversávamos, ela fez café e fomos ver "Doutor Jivago". À noite, pizza. Na hora do UFC, ela foi ver uma coisinha no quarto e ali ficou, até as 10 da manhã.
Domingo, dei uma de Homer Simpson, fiquei o dia todo sem me mexer, a não ser nos gols da Ponte Preta, enquanto ela, linda, foi ao shopping com as amigas e me trouxe uma camiseta de presente.
 Depois, jogo do Palmeiras, com ela estrategicamente de costas para a TV (fez muito bem!). No final da noite, tentamos ver os "Intocáveis", mas eu apaguei...
No meio deste cochilo, sem que ela percebesse, abri meus olhos e lá estava ela, linda, sorrindo, preparando as aulas da semana, ao som de música clássica.  Fiquei observando minha princesa durante 1 minuto e pensei: "Cara, eu tenho muita sorte! Além de todo o amor, o respeito e a compreensão, ela me dá uma vida ótima, simples, tranquila e sem frustrações ou questionamentos. Não tem jeito, é ela, a mulher da minha vida."
Sorri e afundei minha cara no travesseiro de capa felpuda e dormi, em paz.
Nossos finais de semana, são assim, tranquilos. Eu, ela, o Pedro e os bichos, formamos uma família pequena e feliz, para nossa alegria!



Quarta-feira, Abril 18, 2012

We're goin' to Jackson




Eu tenho muita dificuldade em escrever quando se trata de uma coisa especial na minha vida. É tão difícil encontrar as palavras certas, expressar realmente o que a gente sente naqueles momentos, que qualquer coisa que eu diga sobre o meu reencontro com tudo o que eu mais amo no mundo, seria pouco. 
Domingo eu voltei pra casa, pro convívio do Pedro, dos bichos, das compras na Champion logo cedo, para os Whiskas sachê dos gatos, os biscoitinhos da Julie, os almoços de fast food, os filmes, o café no fim da tarde, as gargalhadas na cama, os filmes clássicos, as broncas por causa da meia suja, o lixo pra fora, a cortina fechada, os cabos atrás da televisão...
Voltei pra onde eu nem queria ter ido embora, voltei pra onde eu sempre estive, ainda que longe. Voltei pra onde eu quero ficar para sempre, pra casa, pro Billy, pro Tom, pra Julie, pro Pedro e pra Sandra.
Eu voltei...



Bonequinha de Luxo




Quantas vezes você viu essa foto? Várias, né? Eu também, já tinha visto milhões de vezes, em tudo quanto é canto. Camisetas, quadros, locadoras, tatuagens, roupinhas de cachorro...Nunca entendi porque tanta adoração à Audrey Hepburn ou à Holly Golightly, personagem de Audrey em "Bonequinha de Luxo".
A Sandra tem quadros, fotos, filmes e eu mesmo já dei uma camiseta pra ela com esta estampa. Domingo ela decidiu colocar o DVD para que eu finalmente assistisse. Pensei: "Ok, vamos ver do que se trata."
Amigos, tenho que admitir: Me apaixonei por essa mulher. Ela é realmente encantadora e o filme é muito bom! Não que eu vá ter um quadro, uma camiseta ou uma coleção de filmes (na verdade eu terei, mas não serão bem meus) mas em alguns momentos não consegui prestar atenção no filme. Fiquei encantado pela beleza,  a doçura, o charme e a delicadeza de Audrey Hepburn. 
Mas confesso que depois que vi este filme, estou precisando ver "Rambo", "Exterminador do Futuro" ou "Duro de Matar". 
Ando um pouco sensível.. 


Canta, canta, minha gente!






Depois de um plantão fudido no último sábado, cheio de coisas pra resolver, tomei um banho para ir ao aniversário do Rafa, em um desses karaokês honestos de São Paulo. Até meus 29 anos seria um sábado normal, mas hoje, aos 32, sair a noite para mim é um tormento. Mas fui. A galera do Groupon estava lá, afinal, o Rafa é um dos caras mais queridos do Editorial. Todos com suas namoradas, esposas, rindo, cantando belíssimas músicas, como: "Evidências", "A Viagem", "Tenho", "The Greatest Love of All" e etc. 
Eu, que parei de beber desde o final do ano, estava ali empunhando minha Coca lata, observando as pessoas e me perguntando: "Porque as pessoas vem aqui?"
A música é ruim, o lugar é caro e a maioria das pessoas tem um "quê" de deprimidas. Cantores frustrados, bêbados, solteirões convictos e velhos em busca de um pouco de diversão.
A noite começou com um cara cantando Whitney Houston...Sad, dude..Ele parecia um daqueles candidatos que tomam um sonoro "NÃO" no American Idol e saem dizendo: "vocês ainda vão ouvir falar de mim". Pior que ouvi-lo cantar, vou ouvir os 7 aplausos que ele recebeu...Quanto calor humano.
Aí tinha uma galera de bêbados, acompanhados de bêbadas, que cantavam Legião, Ricky Martin, Sandra de Sá e claro, Roupa Nova. Aliás, o que seria dos Karaokês e das novelas sem o Roupa Nova? 
Madrugada chegando e eu lá, sentado ouvindo os graves e agudos e o ritmo musical que eu mais odeio na minha vida: o Reggae. Acho uma música tão pobre, sempre com as mesmas notas, sem falar nas letras, que sem dúvida são feitas por quem fuma MUITA maconha e acaba esquecendo o que ia falar. Já repararam quantas vezes eles repetem uma mesma frase? "Is this love, is this love, is this love, Is this love that I'm feeling" ou "oh yes i know, oh yes i know, oh yes i know."
Aos poucos, todos foram indo embora e, enquanto esperava a fila gigante pra pagar, acabei vendo um senhor de 60 anos que só cantava uma frase, parecendo o Marrone e sua namorada de 25 cantando "Admirável Chip Novo" da Pitty e um japonês muito bêbado cantando "She". Fiquei uma hora nessa fila porque o caixa devia estar fechando as comandas fazendo contas com um ábaco. 
Ri bastante, é verdade, mas espero que o Rafa marque seu próximo aniversário em outro lugar, mais próximo, mais calmo...Sei lá, pode ser na minha casa..


PS: Por motivos de sobrevivência profissional, não posso citar certas cenas.



Quarta-feira, Abril 04, 2012

Drops



N'a jamais
Meu ultimo post rendeu comentários em francês da minha amiga, Tati Bis, que mora há 7 anos (acho) em Lyon. Alem dela, a Flávia, o Guima, a Lis e a minha Sandra, falam um francês fluente.
Nota mental: nunca mais postar nada em francês, principalmente com o conteúdo baseado no Google Translator


Certo e Errado:


Errado: 
Assediar funcionários
Pirataria
Falar alto
Mentir descaradamente
Deixar as pessoas com vergonha alheia
Ouvir um conselho e fingir que não ouviu


Certo:
Achar tudo isso um absurdo


Batismo

Estou amadurecendo a ideia de adotar um filhote, uma cadelinha linda, pretinha. A Sandra já escolheu o nome: Lucy.
Pra não perder a piada, sugeri alguns nomes:
Eu: Amor, e se colocássemos o nome de Bananinha Pôdi, Patolino sem Bico, Corvo?
Sandra: Não!
Longa pausa...
Sandra: Vai pensando aí, com calma...

Carro abandonado:


0h15 pego meu carro onde o deixo todas as tardes, numa simpática praça na Vila Madalena, quando o vigia sai da guarita e diz:
- Meu, o polícia veio aqui porque denunciaram que tinha um carro abandonado na praça. Mas como eu te vejo todo dia, falei que você chega mais ou menos 0h30 pra buscar. Aí eles desceram, pegaram a lanterninha e tentaram iluminar. Mas eu falei que você tava pra chegar.
E abriu aquele sorriso cheio de com alguns dentes, esperando a caixinha. E aí eu não dei mole:
- Valeu, mano! Fala pra eles que tá sujo, mas não tá abandonado. Se você descobrir quem ligou, fala que pode passar um paninho, mas que eu sou um duro, mas agradeço de coração!



Terça-feira, Abril 03, 2012

Je ne parle pas français (ou quase isso)






Há tempos eu não escrevo. E poxa, como eu sinto falta. Falta tempo, falta inspiração e falta um roteador que funcione para que eu não precise escrever sentado, e sim, deitado, do jeito que eu gosto. O que me trouxe de volta ao meu querido blog foi uma história que a San me contou no final de semana: seus dias escolares. 
Ela estudou no Liceu, sim o Liceu Pasteur Franco Brasileiro, escola tradicional de São Paulo. Estávamos conversando sobre escola, acho e ela foi me contando, durante o café da manhã, que a educação lá era extremamente rígida. As meninas não podiam usar rabo de cavalo, porque, segundo os caras (quando digo caras, quero dizer padres, freiras) a nuca das meninas excitava os garotos.
Pausa:
Quão tarado precisa ser alguém pra se excitar com uma nuca?
Fim da pausa
Além disso, as meias 3/4 deveriam começar exatamente onde a saia de pregas terminava, ou seja, nada de pele, safadinhos!
Mas o que mais me impressionou foi a parte em que ela me disse que, para ir ao banheiro, você precisava escrever um bilhete em francês, pedindo uma autorização para ir ao banheiro. Algo parecido com "Professeur, je voudrais aller à la toilette." 
Obviamente, quem inventou essa regra, esquece que, quando estamos prestes a sofrer um "acidente fisiológico", não conseguimos pensar...imagine escrever. Certo fez o Arthur, amiguinho dela, que não conseguia nunca lembrar a maldita frase pra pedir ao Monsieur e mandou um "Le Joél Santaná"
"Maitrise,  je voudrais RUN-RUN to toillet"
Na hora do aperto, qualquer um fala qualquer idioma..


A Sandra sempre tenta me ensinar, mas eu nunca consigo...

AVISO: O conteúdo em Francês é um oferecimento de Google Translator

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