terça-feira, junho 14, 2011

Allez, Doralice







Quem diria que, aos 31 anos, eu iria sentir uma sensação completamente nova. Sentir saudade de alguém que eu nunca vi, nem por foto e nunca nem não ouvi a voz, é algo inusitado para mim. Nosso primeiro contato veio através de uma mensagem, que ela me enviou via Facebook, enquanto eu e a San lutávamos para nos acertar. Ela foi simples, rápida e direta, como eu gosto, como eu sou.
Eu poderia definir a Lis em várias palavras, mas quem sou eu pra defini-la, se ela mesmo o faz com maestria. "Filha única do samba de Seu Noel e da Literatura de Dona Marilu. Artista plástica por vocação e aventureira por talento nato. Sou boca suja e malcriada e meu fraco são as tintas, a vodka, Nina Simone, Rilke e Tolstoi. Se eu gritar, quem poderá ouvir-me, nas hierarquias dos Anjos?"
Enfim, a Lis, me colocou, como um figurante, claro, na melhor comédia romântica da história, da vida real. Era uma quinta-feira, eu acabava de chegar do trabalho e a San me ligou desesperada da rua e pediu: "Entra no twitter da Lis, a me disse que ela escreveu um negócio que vai me deixar louca da vida. Lê pra mim o que é." Com a ela na linha, entrei no twitter e li: 


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