sábado, julho 23, 2011

Eu vou chamar o síndico!!





E o sindico do prédio que chamou a gente pra comer um salgadinho no chá de bebê da filha? Dias atrás o cara provocou uma confusão por um suposto vazamento de gás e ficou pisando duro. Do nada toca o interfone, e o safado do outro lado chamando a "Dona Sandra, uma pessoa muito bacana, querida de todos". (Se ela souber o nome de 10 moradores do prédio eu saio pelado na sacada)
Eu que já estava bronqueado com o cara, falei: "Vou junto!"...tava com fome né?
Brincadeira...eu to com fome, mas dá pra esperar.
Chegamos no salão do prédio e o cara já chama a filha e o genro, que mais parecia o Sloth do "Goonies" com a voz do Didi Mocó e nos apresenta o casal da seguinte maneira (com essas palavras, juro): "Essa é a Fulana esse é o Sloth, meu genro e meu sobrinho, os dois são primos.."
Na minha cabeça só uma frase "NÃO ESBOCE NENHUMA REAÇÃO!" Na mente da Sandra, a frase foi outra "Que legal, pergunte como eles se conheceram!!!"
Ela contou a história, incrível e ofereceram um salgadinho. Eu até ia pegar, mas a San me olhou feio...enfim.
Histórias a parte, não gostei desse cara. Primeiro, ele não fala olhando nos olhos, segundo, o cara conversa pondo a mão no seu ombro. Tem coisa mais chata do que isso?
Bom...foi só um desabafo.......
Nada contra o amor entre primos..

Vergonha alheia? Não. Vergonha própria.








Ultimamente, ando trabalhando tanto que mal tenho tempo para fazer outras coisas que eu gosto de fazer durante a semana, como jogar Fifa, ler um bom livro, ver um filme e até mesmo ver um futebol na TV. Quarta feira foi o dia que saí mais cedo, 21h. No mais, sempre depois das 23h. Mal fiquei com meu pai, que esta semana estava em casa. Só vimos jogo do Palmeiras, que só valeu a pena pelas confusões que o Kléber arrumou. 
Ontem cheguei mais cedo e deixei o carro mais perto do que o habitual. Pudera, cheguei uma hora mais cedo. Enfim, achei que seria uma sexta tranquila, sem a correria do restante da semana, mas...Acabei indo almoçar as 15h e saindo do trabalho as 22:30h. Com a San, o Pedro e a Ornella esperando, sai correndo pra chegar logo em casa. E quando cheguei ao lugar onde eu deixo o carro todos os dias: Cade ele?
Pânico, desespero, angústia, raiva, medo...tudo isso, somado ao cansaço físico e mental da semana resultaram em uma atitude drástica: me sentei na calçada e chorei liguei pro meu pai, que é mais calmo do que eu. 
Ele, já com voz de sono, tentava me tranquilizar e encontrar uma solução rápida para o meu problema. Pior, ele ja estava em Porto Feliz, e teria que resolver tudo a distancia. "Liga pra Sandra, avisa ela. Depois, liga pra sua mãe, pro Rafa, sei lá, pra alguem que possa te levar na delegacia pra fazer o B.O."
Eu, resignado, ja estava me despedindo do meu pai quando vi a banca de jornal, a mesma que vi pela manhã quando...quando...deixei o carro mais perto do que o habitual, por ter chegado uma hora mais cedo.
E lá estava ele, parado, onde eu o deixei pela manhã, intacto. E meu pai do outro lado da linha "Que foi? Porque voce parou de falar?" "Pai...achei o carro" morto de vergonha
Eu estava prestes a fazer um B.O. Se eu to com vergonha agora, imagina se a polícia acha meu carro na rua de baixo de onde eu deixo todo santo dia?
Por isso que não dá certo chegar cedo no trabalho!!


quarta-feira, julho 13, 2011

Ufa...


Muita coisa aconteceu desde o último post. As coisas no trabalho vão melhorando, meus pais foram para a Argentina, comemorar os 33 anos de casados, minha irmã está grávida e eu e a San estamos próximos de completar 1 ano de namoro. Meses atrás, postei um texto sobre minha ansiedade em conhecer meu sogro. E claro, uma certa tensão, pois sempre é difícil, conhecer o cara que trata sua namorada com a “princesinha do papai” não importando a idade dela, ou o tipo de convivência que eles tem. Você é sempre o cara que não era pra estar ali. Não julgo. De pensar em um cara namorando minha filha que ainda não existe, me dá vontade de espancar um moleque.
Enfim...
Sábado passado eu estava na casa dela jogando videogame lendo um livro, quando ela chega do trabalho e diz: “vamos jantar com meu pai, na 1900, hoje, as 20:30h, tudo bem?”
Fingi que não fiquei nervoso, quando na verdade, senti meu coração sair pela boca. Me venderam uma imagem de Don Corleone, de Jack Byrnes de “Entrando numa Fria”, e eu só pensava em: não falar palavrão, não deixar nada cair e não fazer piadas sem graças.
Lá fomos nós, rumo a 1900 da Vila Mariana, um pouco atrasados, por causa do jogo do Vasco trânsito na Anchieta. Mas ao chegar, me deparei com um cara muito simples, inteligente e carinhoso com a minha mulher. Foram quase 5 horas de um jantar muito agradável, com diversas histórias de pessoas, lugares e até da cachorra, a Duíca, que uma vez se escondeu na bolsa da San pra entrar em uma churrascaria na estrada, mas que não resistiu aos encantos de um cachorro.
Voltei em paz, com a certeza que tinha conhecido grandes pessoas. Além do seu Atílio, a Suzana é uma graça, mas que segundo o genial Krishna, sofre com alguns problemas no transito.
Em um ano de namoro, as coisas vão se ajeitando rumo a um casamento próspero e uma vida feliz, e melhor, agora aprovado pelo sogro.
Good Vibrations!